RSS

Arquivo da categoria: ILUSTRAÇÃO

O crime do teishouku preto

Publicamos aqui um gostinho do que foi produzido pela Jam Session de Quadrinhos em Brasília, produzida pelo Facada e pela Kingdom Comics e idealizada pela HQMIX.

PARA VER AS FOTOS, CLIQUE AQUI.

Pocket show da Valdez (com um pequeno delay na publicação aqui)


O pagamento de Biu, primeira execução pública


Cover de Search and Destroy

.

por Gomez

.

por Juliet Jones

.

por Evandro Esfolando

.

por James Figueiredo

.

por Felipe Sobreiro

.

por Thiago Fonseca

.

Por Camila Hott

.

por Daniel Carvalho

.

por Kleber Sales

.

Por Lua Bueno Cyriaco

.

por Verônica Saiki

.

por Carol Brandão

.

por Leandro Luna

.

por Bruno Azevedo

.

por Lima Neto

.

por Arnold Jacques

(update em 09/05/2011)

Végétaux du Brésil

por Jean Baptiste Debret*

Graines employées pour les colliers (1). Végétaux pour le tatouage (2). Plantes nutritives (3).

 

Végétaux du Brésil


Cocotier Barrigudo (Ventrû). Debret, Jean Baptiste, 1768-1848


Le calebassier. Le bananier.

.

* Jean Baptiste Debret Jean-Baptiste Debret ou Debret (1768 a 1848) foi um pintor e desenhista francês. Integrou a Missão Artística Francesa (1816), que fundou, no Rio de Janeiro, uma academia de Artes e Ofícios, mais tarde Academia Imperial de Belas Artes, onde lecionou pintura. Viveu no Brasil de 1816 a 1831, período em que produziu Viagem Pitoresca e Histórica ao Brasil, de onde foram retiradas essas imagens, no site Brasiliana USP.

Ukiyo-e

por Utagawa Toyokuni, Shunkōsai Hokushū e Utagawa Kuniyoshi *

Guerreiro Asahina Kobayashi, 1862, de Utagawa Toyokuni*.

Esta gravura de 1862 é um retrato de meio-corpo de um ator, vestindo um roupão com motivo de passáro, no papel de Asahina. A gravura é parte da série As 36 Estrelas dos Dias Modernos (Tousei Mitate Sanjuu Rokkasen). Asahina Kobayashi foi um guerreiro do período Kamakura (final do século 12 até início do século 14) conhecido por grande força e bravura. Neste ato do Kabuki, contudo, Asahina interpreta o palhaço.


O Ator Nakamura Utaemon no papel de Kato Masakiyo, por volta de 1818-1830, Shunkōsai Hokushū**.

Esta gravura do período entre 1818 e 1830 mostra o ator Nakamura Utaemon retratado como um guerreiro, no papel de Kato Kiyomasa (Masakiyo), um general do século XVI que liderou as forças japonesas na Guerra dos Sete Anos (1592-98) contra a Coréia.


Um Ator no papel de Sato Norikiyo que se tornou Saigyo: Um ator no papel de Yoshinaka, 1850, Utagawa Kuniyoshi***.

Esta gravura díptica do período entre 1849 e 1852 mostra Saigyō cercado por homens que tentam impedí-lo de sair de sua casa para tornar-se sacerdote. O poeta Saigyō (1118-90) nasceu em uma família aristocrática militar, mas rejeitou a vida de guerreiro e ordenou-se sacerdote budista, quando tinha cerca de 22 anos.

.

A arte japonesa de Ukiyo-e ( “Fotos do mundo flutuante [ou triste]“) desenvolveu-se na cidade de Edo (hoje Tóquio) durante o Período Edo ou Tokugawa (1600-1868), uma época relativamente pacífica durante a qual os shoguns Tokugawa governaram o Japão e tornaram Edo a base do poder.

* Utagawa Toyokuni (em japonês: 歌川豐國) (1769, Edo – 24 de fevereiro de 1825, Edo), também conhecido por Toyokuni I, foi um grande mestre de ukiyo-e, conhecido em particular por suas pinturas de atores Kabuki. Foi um dos principais lideres da Escola Utagawa de xilogravura japonesa, e foi à pessoa que realmente alcançou a posição de grande fama e poder durante o resto do século XIX.

Shunkōsai Hokushu (春 好 斎 北 洲), que também é conhecido como Shunko IV, era um designer de estilo ukiyo-e estampas japonesas de Osaka, que esteve ativo de 1802 a 1832. Ele é conhecido por ter sido um estudante de Shōkōsai Hambei, e pode também ter estudado com Hokusai. Ele usou o nome Shunko (春 好) até 1818, quando mudou seu nome para “Shunkōsai Hokushu”. Ele foi o artista mais importante, em Osaka, durante o anos 1810-20 e criou o estilo de impressões de ator Osaka .

Utagawa Kuniyoshi (em japonês: 歌川国芳, Utagawa Kuniyoshi?) foi um pintor, desenhista e xilógrafo japonês discípulo de Utagawa Toyokuni. É famoso por suas estampas de pessoas e animais. Especializa-se também em episódios heróicos da historia japonesa, tendo feito uma série sobre o monge budista Nichiren. Ficou conhecido com o precursor dos mangás no Japão.

Tupinambás

por Hans Staden*


.

* Hans Staden (Homberg (Efze), c. 1525 — Wolfhagen, c. 1579) foi um aventureiro mercenário alemão. Por duas vezes Staden passou pela América Portuguesa no início do século XVI, onde teve oportunidade de participar de combates na Capitania de Pernambuco e na Capitania de São Vicente, contra corsários franceses.
Em sua segunda viagem ao Brasil, enquanto caçava sozinho, Staden foi feito prisioneiro por uma tribo Tupinambá que o conduziu a Ubatuba. Desde o início ficou claro que a intenção dos seus captores era devorá-lo. Pouco tempo depois, os tupiniquins aliados dos portugueses atacaram a aldeia onde ele era mantido prisioneiro. Mesmo cativo, e não tendo escolha, lutou ao lado dos tupinambás. Seu desejo era tentar fugir para unir-se aos atacantes. Mas, estes, vendo que a luta era inútil, logo desistiram.

Cartografia do século XVI

por Giacomo Franco*


.

Giacomo (Jacomo) Franco (1550-1620) passou toda sua vida em Veneza, onde trabalhou como um gravador e editor cartográfica no negócio da família. As placas Viaggio (64 no total da série “Carte geografiche”) descrevem todas as grandes cidades, ilhas e marcos visíveis ao longo da rota vela recomendada através do mar Adriático, Jônico, Mediterrâneo e do Mar Egeu. A coleção está disponível no site da Biblioteca da Universidade de Zagreb.

Caricaturas francesas do século XIX

por Alfred Le Petit, G. Gaillard*

Mapa humorístico da Europa em 1870

Imperatriz Eugénie, esposa de Napoleão III, retratada como uma vaca e lançando sua família longe. Gravura de Alfred Le Petit.

A ascensão ea queda de Napoleão III (litografia), de Alfred Le Petit


(Um porco de engorda de 20 anos para o rei da Prússia) – Napoleão III como o traseiro de um porco. Caricatura G. Gaillard, litografia por Morand.

A águia imperial, retrata Napoleâo III. Do caricaturista Alfred Le Petit,  ilustração publicada em sua revista, “La Charge”, que ele fundou em 1870.

.

Caricaturas dos anos 1870 – A Guerra Franco-Prussiana de 1870-71 e A Comuna de Paris de 1871

Ilustrações de Alfred Le Petit, G. Gaillard e outros disponíveis na galeria – ‘Collection de Caricatures et de Charges Pour Servir à l’Histoire de la Guerre et de la Révolution de 1870-1871′ , da Universidade de Heildelberg

Do novo ídolo

por Gomez
.

ASSIM FALOU ZARATUSTRA

por Friedrich Nietzsche*


DO NOVO ÍDOLO

Estado, chamo eu, o lugar onde todos, bons ou malvados, são bebedores de veneno; Estado, o lugar onde todos, bons ou malvados, se perdem a si mesmos; Estado, o lugar onde o lento suicídio de todos chama-se – “vida”!
Olhai esses supérfluos! Roubam para si as obras dos inventores e os tesouros dos sábios; “culturas” chamam a seus furtos – e tudo se torna, neles, em doença e adversidade!
Olhai esses supérfluos! Estão sempre enfermos, vomitam fel e lhe chamam “jornal”. Devoram-se uns aos outros e não podem, sequer digerir-se.
Olhai esses supérfluos! Adquirem riquezas e, com elas, tornam-se mais pobres. Querem o poder e, para começar, a alavanca do poder, muito dinheiro – esses indigentes!
Olhai como sobem trepando, esses ágeis macacos! Sobem trepando uns por cima dos outros e atirando-se mutuamente, assim no lodo e no abismo.
Ao trono, querem todos, subir: é essa a sua loucura. Como se no trono estivesse sentada a felicidade! Muitas vezes, é o lodo que está no trono e, muitas vezes, também o trono no lodo.
Dementes, são todos eles, para mim, e macacos sobre excitados. Mau cheiro exala o seu ídolo, o monstro frio; mau cheiro exalam todos eles, esses servidores de ídolos!
Porventura, meus irmãos, quereis sufocar nas exalações de seus focinhos e de suas cobiças? Quebrai, de preferência, os vidros das janelas e pulai para o ar livre!
Fugi do mau cheiro! Fugi da idolatria dos supérfluos!
Fugi do mau cheiro! Fugi da fumaça desses sacrifícios humanos!
Também agora, ainda a terra está livre para as grandes almas. Vazios estão ainda para a solidão a um ou a dois, muitos sítios, em torno dos quais bafeja o cheiro de mares calmos.
Ainda está livre, para as grandes almas, uma vida livre. Na verdade, quem pouco possui, tanto menos pode tornar-se possuído. Louvado seja a pequena pobreza!
Onde cessa o Estado, somente ali começa o homem que não é supérfluo – ali começa o canto do necessário, essa melodia única e insubstituível.
Onde o Estado cessa – olhai para ali, meus irmãos! Não vedes o arco-íris e as pontes do além do homem?

.

* Friedrich Wilhelm Nietzsche (Röcken, 15 de Outubro de 1844 — Weimar, 25 de Agosto de 1900) foi um influente filósofo alemão do século XIX.

Anatomia das partes da geração do homem e da mulher

por Gautier D’Agoty*

Anatomie des parties de la génértion de l’homme et de la femme

Paris, 1773. Colored mezzotint. National Library of Medicine

.
* Jacques Fabian Gautier D’Agoty nasceu em Marselha em torno de 1716 e morreu em Paris em 1785, foi um pintor e gravador francês de anatomia.

Alice: primeiro filme e originais

Lewis Carroll, Cecil Hepworth, Percy Stow e Stêvz*

Alice no país das maravilhas (1903)

com trilha de Stêvz
Dirigido por: Cecil Hepworth, Percy Stow
Escrito por: Lewis Carroll (livro), Cecil M. Hepworth
Elenco: May Clark, Cecil M. Hepworth, Mrs. Cecil Hepworth, Norman Whitten
Outubro de 1903
Reino Unido

Originais de Lewis Carroll

.
Lewis Carroll (Charles Lutwidge Dodgson 1832-1898) foi um escritor e um matemático britânico. Seu livro mais conhecido é Alice no país das maravilhas (1865), que tem o facsimile do original publicado pela British Library.

Alice (1903) Primeira versão em filme de Alice no País das Maravilhas restaurado pela BFI National Archive. Essa versão foi dirigida por Cecil Hepworth e Percy Stow e foi baseado nas ilustrações originais de Sir John Tenniel. O filme tinha ao todo 12 minutos, mas na restauração só foi possível recuperar 8 minutos (fonte: Laranja Psicodélica).

Cecil Hepworth (1874 – 1953) foi um diretor, produtor e roteirista inglês. Foi um dos fundadores da indústria britânica de cinema e continuou fazendo filmes até os anos 1920.

Percy Stow (1876 – 1919) foi responsável por mais de 250 curtas de Clarendon, da qual foi co-fundador, entre 1904 e 1915.

Stêvz é brasiliense, ilustrador e músico. De vez em quando ele escreve.

Ernani e o Gigante

por Gabriel Mesquita*

“Ora, um gigante! Sei… um gigante…” pensou o jovem Ernani, quando se atirou ao campo, deixando para trás qualquer passado, até mesmo o nome que seu pai, morto quando Ernani era apenas uma criança, lhe batizou.

“Sei, um gigante… ora, um gigante….” E Ernani caminhou por inúmeros caminhos e chegou a inúmeros lugares, murmurando pelos espaços, entre um gole e outro de bebidas diversas de diversos sabores e diversos efeitos. “um gigante…. pois sim! Um gigante…”

E somente dois anos depois de deixar as lágrimas de sua mãe para trás, apenas dois anos, vagando e caminhando como um louco pelos campos e planícies, Ernani finalmente encontra o gigante. Sim, pois sim, precisamente, o Gigante.

“Olá”, diz Ernani ao Gigante.

“Olá” O gigante responde.

.
*Gabriel Mesquita é brasiliense, desenhista, quadrinista e sambista.

Obrigado pela preferência

por Roberta

 

Com textos de Karl Marx, São Mateus, Osho e Friedrich Nietzsche.

.

 

… O cartaz estará na coletânea portuguesa Seitan Seitan Scum,  lançada pela Edições El Pep e pela CCC.

Rei de Ouros

por Gomez*

reideouros


* Gomez é brasiliense, ilustrador, quadrinista e misantropo.

A História (em quadrinhos) de Alexandre, o Grande.

por Pseudo-Callisthenes*

12356891011


*Atribuído a um autor desconhecido chamado Pseudo-Callisthenes, “O Romance de Alexandre o Grande” foi originalmente produzido em grego por volta de 200-300 dC.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.